A small version of me:

My name is Celso Rossatto, I was born in Circus, I am the third generation of a circus family. I have been on stage since I was three years old, but was through electric guitar that I found my way in art. I started my career in 2003 in Rio de Janeiro, when I recorded my first CD with 'Guardiões do Tempo' a Hard Rock band. After this wonderful experience, I started to work actively in several projects and bands, such as: Good Question (jazz / fusion), Ghosts of the archive (Brazilian Rock), Octavarius (Heavy Metal Melodic), Ocean Soul (Heavy Metal), Remaker (Heavy Metal), Angel Seven (Metal Symphonic USA, Ep recording), Guyder (Single recorded in Brazil / France). At the end of 2012 I had the privilege of being invited to be the new guitarist for HICSOS, a 'Thrash Metal' band with over twenty years on the road. While the world was spinning, between shows, record sessions and guitar lessons, I recorded a CD with 'incidental music', soundtracks, using only the piano and synthesizer. I also recorded a 'demo tape' with instrumental music using the electric guitar with the main instrument, which I only recently made available on Youtube and Soundcloud. Because of these works, which I launched independently, I was fortunate to meet the record label SINFONICA, through Glauco Campestre, owner of ‘Tuning guitar parts’ (one of the companies I have a partnership with). The intention was to participate in a collection of guitar players that the record company was going to release, but after I sent my material, I ended up being called to be part of the ‘cast’ of the label’s artists. And I, who until recently was releasing songs and soundtracks at home, ended up seeing myself composing a song to be released in a 'single' by the label. It was like experiencing the 'golden age' of the early eighties, when musicians and bands sent their demo tapes to be analyzed by the record companies. I recorded the single, and it couldn't be better, I was blessed with the participation of Dereke Sherinian (Sons of Apollo, Dream Theater), with a solo in my music. Shortly after recording the single, I started running after members and started NEVERNATION, a Thrash Metal band. (In that time I had already left Hicsos) The band already has some compositions, and soon we will start to hit the road. While the world continues to spin, between chords and solos, I receive the invitation to be coordinator of the record label SINFONICA. Well, I'm here, making my story and living while I'm still alive. That's what I am, that's what I do, that's what I want to do, and as long as the curtains don't close ... The Show must go on!

BIO (PT)

BIO

Sou a terceira geração de uma família circense, desde pequeno eu trabalhava como palhaço no circo e de certa forma, os palco e a musica, apesar de separados, sempre fizeram parte da minha vida. (Mas essa é uma outra história.)

 

 

 

 

Quando comecei a tocar guitarra já não morava mais no circo, mas tinha toda aquela gana que aprendi no circo de ir além quando nos deparamos com um obstáculo, e mesmo com a guitarra sem amplificador, comecei a estudar. Conseguia uma revistinha de musica aqui, uma tablatura ali, as vezes conseguindo ir a um show ou outro de metal, ia juntando as informações. É claro que o advento da internet ajudou muito.  Minha primeira oportunidade foi ser guiarra base em uma banda de pop/rock, eu fazia bases com a guitarra limpa, como no violão, e isso eu sabia fazer muito bem. Depois, não sei como, entrei para uma banda de Thrash Metal "Seveth Son", ficou mais no projeto, mas conseguimos fazer um show, e tocamos uma musica que eu nem sabia tocar. (Nessas horas a distorção ajuda bastante.)

Duas bandas e eu ainda não tinha um amplificador, nem pedal de distorção, tive que arrumar uma maneira; mais uma vez o DNA cirsence fez o seu papel. O meu pai fazia shows em colégios, de palhaço de acrobata, equilibrista e de um personagem que ele fazia na TV, meu pai é ator, acrobata, escritor, redator, roteirsta, etc...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E ele tinha uma caixa de som pequena, que ele usava para tocar as musicas e falar o microfone. Pois bem essa caixa estava com outo-falante danificado e o twiter também. Um dia consegui um cabo emprestado e descobri que dava para usar a caixa, mas isso depois de, escondido é claro, usar a caixa colocando o microfone encostado na madeira da guiatrra; eu liguei o cabo na guitarra e na caixa, e toquei: Uau! Foi revelador! - Descobri que o alto-falante danificado faz um som distorcido!
Depois, sem querer é claro, descobri que colocando o pé no twiter da caixa e depois tirando, simulava o som do wah-wah.  Consegui entrar para uma banda de Power Metal, mais uma vez fazendo bases, (descobri que era um bom guitarra base), no meio do ano 2000 fui subistituido por um teclado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No final do ano de 2001 entrei para uma banda de Hard Rock, foi quando descobri o que era ser um guitarrista. Tocávamos Deep Purple, e musicas autorais, foi quando comecei a tentar solar. Fizemos alguns shows, mas dessa vez eu sabia o que estava tocando. Em 2003 a banda resolveu parar e eu resolvi parar de tocar guitarra. Desisti de tocar...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de dois anos, sem se quer encostar na guitarra, (nesse período eu apenas tentei tocar piano), em 2006 resolvi voltar a tocar, mas com uma meta em mente: Dessa vez eu vou aprender!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comecei a compor e a tentar gravar o que eu tocava, mas nunca tive exito, mas continuei. Foi nesse periodo de 2006 que conheci Jason Becker, Paul Gilbert, Vinnie Moore, Michael angelo Batio, Joe satriani, Steve Vai. Claro que conhecia eses dois últimos de nome, mas não os conhecia de verdade.  Entrei para a Octavarius, era uma banda de Heavy Metal Melódico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E começamos a tocar no Underround do Rio de Janeiro, comecei a conhecer pessoas do Heavy Metal carioca. Fui convidado para tocar em uma ou outra banda, participei de festivais. Nesse período, por incrivel que apreça, eu até consegui um endorsemet de pedais: Newell. Em 2008 eu me vi participando da Expomusic como representante dos pedais. (Foi uma experiência incrivel. Obrigado, Celso Hiroki). Fiquei dois anos como endorser da marca.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essas são as bandas que toquei: Boa pergunta, Fantasmas do arquivo, Seventh Son, Interlude, Guardiões do Tempo, The Legacy, Age of Lies, Octavarius, Ocean Soul, Remaker, Death Moutain, Synphony,.. HICSOS.
Em 2012, o ano que o mundo iria acabar, fui chamada para fazer teste em uma banda de Thrash Metal, quse 14 anos depois do show da banda de Thrash, aquela que eu nem sabia tocar a musica, lá estava eu fazendo teste para entrar em uma banda de Thrash Metal com mais de 20 anos de estrada. E aqui estou eu... continuando a escrever a minha história enquanto ainda a estou fazendo. Espero que tenha gostado da minha história, em breve terei mais novidades. Nos vemos por ai!

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